Técnicas comerciais da banca mais agressivas
Pagar 14 prestações anuais ou descontar cheque que chega a casa são estratégias. As letras pequeninas dos contratos e alguma matemática, aconselham prudência.
- PorRedacção CPS
- 2007-08-30 08:52
As taxas de juro não param se subir, as famílias estão cada vez mais endividadas, os jornais chamam a atenção para os perigos de fazer empréstimos ao consumo sem deitar contas à vida.
Mas, apesar de tudo, bancos e empresas de crédito continuam a emprestar dinheiro a bom ritmo e para isso são fundamentais as estratégias comerciais, cada vez mais agressivas, diz o «Jornal de Notícias».
Os métodos são variados. A proposta é simples: se a maioria dos trabalhadores recebe 14 salários por ano, já com os subsídios de férias e Natal, porque razão haveriam de pagar os seus créditos em apenas 12 prestações? A resposta é: 14 pagamentos por ano baixam o valor de cada prestação, tornando o crédito mais acessível. Uma opção considerada razoável pela DECO/ Proteste desde que as pessoas estejam conscientes das desvantagens e cumpram algumas precauções, é que, no final do empréstimo, a pessoa acabará por entregar ao banco muito mais dinheiro do que se tivesse optado pelas 12 prestações.
Cuidado a ter antes de assinar papéis
Para se contratar um crédito, seja ele ao consumo ou à habitação, é aconselhável seguir alguns passos simples e prestar atenção a certas variáveis.
O crédito é mesmo preciso?
A pergunta pode parecer óbvia, mas é tão fácil contrariar um empréstimo para comprar virtualmente tudo que muitas pessoas acabampor ceder à tentação do consumismo e ás aparntes facilidades dadas pela banca e empresas especializadas. A primeira pergunta é: o crédito e o bem que ele permite comprar é mesmo necessário? E a pessoa tem mesmo capacidade financeira para o suportar? A resposta deve sempre ter em consideração que «um crédito é um serviço caro».
Muita atenção à TAEG
Quer dizer Taxa Anual Efectiva Global e traduz o real juro que a pessoa vai pagar. Esta informação é obrigatória pelo que as pessoas devem exigi-la sempre que não for dada voluntariamente.
Créditos para Tratamentos de beleza ou dentários
É um crédito como outro qualquer, sujeito a um prazo e a uma taxa de juro definidas, mas dá-se um nome original e, de repente o produto fica mais atractivo. A troco de uma taxa de juro a partir de 6% pode pedir entre mil e 30 mil euros, a pagar num prazo que pode ir até 84 meses. E ainda lhe oferecem um período de carência de juros de três meses.
Notícias relacionadas
Últimas notícias
Preços dos combustíveis resultam em queixas a Bruxelas
Próxima geração vai ter pior nível de vida
Combustíveis: porque é que os hipers vendem mais barato?
DECO critica aumento de spreads em clima de crise
Combustíveis: publicação ajudou à homogeneização dos preços
- 21:20Galp estabelece acordo para explorar e produzir no Uruguai
- 21:02Novabase: lucros crescem mais de 8 vezes
- 20:52Sport TV: transmissão das ligas em exclusivo por mais um ano
- 20:30TGV: Governo dá «luz verde» ao Aveiro-Gaia
- 20:29Ongoing só pode ter 1% da Impresa para comprar TVI
- 20:26Toyota Portugal chama à revisão carros com defeitos. Saiba quais
- 19:48Preços dos combustíveis resultam em queixas a Bruxelas
- 18:55Próxima geração vai ter pior nível de vida
- 18:51Salários da função pública em contenção até 2013
- 18:14Combustíveis: porque é que os hipers vendem mais barato?
- 18:11CSN quer impugnar entrada da Votorantim na Cimpor
- 18:09Google: rival do iPhone desaponta
- 17:56DECO critica aumento de spreads em clima de crise
- 17:52Financial Times chama Governo espanhol de «paranóico»
- 17:49Combustíveis: publicação ajudou à homogeneização dos preços
- 17:39Funcionários públicos fazem greve a 4 de Março
- 17:37Combustíveis: concorrência não vê concertação nos preços
- 17:12Bolsas em mais uma sessão de recuperação
- 17:01Portugal precisa de consenso politico, avisa Barroso
- 16:59Risco de incumprimento de Portugal é «próximo de zero»
- Mais últimas