Economia

Salários: UGT admite greves se propostas não forem aceites

Central sindical defende aumentos entre 2,6 e 3,2%

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
0 votos Comentários
  •  
  •  
  •  

O secretário-geral da UGT admitiu este Sábado em Leiria contestação social e greves caso a proposta de aumentos salariais entre 2,6 e 3,2 por cento da central sindical não seja atendida.

«Se não houver, é evidente que em termos de setores e mesmo em termos nacionais, é evidente há contestações, com certeza, e haverá greves», afirmou João Proença acrescentando que «as greves continuam a ocorrer justamente pelo bloqueamento da negociação coletiva».

A UGT propôs esta semana aumentos médios salariais de 2,9 por cento para 2011.

A proposta de política de rendimentos aprovada pelo secretariado nacional da UGT prevê «uma orientação para a negociação coletiva em 2011 de aumentos salariais entre 2,6 e 3,2 por cento», dependendo da situação económica de cada setor e empresa.

O documento reivindicativo da UGT foi apresentado em conferência de imprensa pelo seu secretário geral que explicou que os valores indicados para a contratação coletiva sustentam-se na inflação esperada (dois por cento), no aumento de produtividade estimado (1,2 por cento) e na situação económica e financeira de cada setor ou empresa.

João Proença, que hoje participou no congresso fundador da UGT-Leiria, explicou que se trata da «proposta de partida» da central sindical.

Afirmando-se disponível para a discutir, o secretário-geral da UGT adiantou que os valores são «uma orientação para a negociação coletiva para os sindicatos» e tem duas dimensões.

Partilhar
    Salários: UGT admite greves se propostas não forem aceites

    Últimas notícias

    todas as notícias desta secção
    icons