Economia

Obama prolonga corte de impostos e subsídios de desemprego

Lei é parte essencial do programa de criação de emprego que o presidente norte-americano apresentou em setembro

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O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, promulgou quarta-feira uma lei que prorroga os cortes de impostos sobre os rendimentos para 160 milhões de americanos e os subsídios de desemprego até ao final do ano.

Obama tinha prometido promulgar a lei o mais rápido possível e hoje ratificou-a, indicou a Casa Branca através de um comunicado.

A extensão dos cortes nos impostos sobre os salários e subsídios de desemprego são uma parte essencial do programa de criação de emprego que o Presidente Barack Obama apresentou em setembro último.

Sem a extensão aprovada no Congresso, na semana passada, e agora promulgada pelo Presidente, o imposto sobre os rendimentos regressaria ao nível de 6,2 por cento a partir de 1 de março.

A extensão mantém a redução do imposto sobre os vencimentos em dois pontos percentuais, o que significa que 160 milhões de norte-americanos obterão uma média adicional anual de mil dólares.

A lei promulgada por Barack Obama contempla ainda uma extensão, até ao final do ano, que garantirá os subsídios de desemprego por até 99 semanas, consoante o estado.

A aprovação final do diploma em sede de Congresso foi precedida de intensas negociações entre republicanos e democratas que acabaram por ser concluídas com um acordo, sendo que parte da controvérsia inicial teve origem no facto do projeto implicar um aumento do défice público.

Em repetidas ocasiões, Obama exortou o Congresso a aprovar esta prorrogação, depois de os deputados terem alcançado um primeiro acordo, em dezembro, para que os cortes dos impostos e os subsídios de desemprego se mantivessem durante os dois primeiros meses de 2012.

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