Poupar o ambiente (e já agora, algum dinheiro)
Mesmo sendo preguiçoso, pode poupar muito. Sem esforço
- PorRedacção PGM
- 2009-11-06 18:20
Poupar o ambiente pode parecer trabalhoso e desencorajar alguns logo à partida. Mas é possível ajudar a Terra sem fazer grande esforço e, pelo caminho, meter um bom dinheiro ao bolso.
A revista «Visão» desta semana apresenta dezenas de sugestões, para aplicar no seu dia-a-dia e com elas faz três perfis de poupança, aplicáveis a todos, dos mais preguiçosos aos fanáticos.
De acordo com o nível de empenho, os resultados na carteira podem ser muito diferentes.
O Preguiçoso
Os que querem ajudar o ambiente e poupar algum dinheiro, mas sem fazerem grande esforço, podem, por exemplo, pôr as máquinas de lavar loiça e roupa a trabalhar só à noite, desligar o forno dez minutos antes, escolher um LCD em vez de um plasma, e desligar os televisores da ficha e o computador quando não está a ser utilizado.
Electrodomésticos à parte, podem manter o carro livre de pesos inúteis, fazer pelo menos uma refeição por semana com sobras de comida do dia anterior e passar a usar sempre o mesmo saco para as compras de supermercado.
Só nestas medidas, e de acordo com os cálculos da «Visão», é possível poupar até 816,55 euros por ano, ou seja, 68,05 euros por mês.
O Consciente
Este tipo de consumidor junta às medidas do «Preguiçoso» um frigorífico novo de categoria A+, e corta o consumo de água em 30%. Lá em casa, só aceita lâmpadas de baixo consumo, opta por um portátil em vez de um desktop, e usa pilhas recarregáveis.
Por ser tão consciente, este consumidor aquece a casa através de um sistema de gás natural (em vez de acumuladores eléctricos) e partilha o carro com dois vizinhos no percurso para o emprego.
Com todas estas medidas, a «Visão» calcula ser possível poupar até 2.193,22 euros por ano, ou 182,8 euros por mês.
O Fanático
Este está mesmo empenhado em poupar o ambiente. Tanto que junta às medidas dos outros dois, mais algumas. Para começar, não anda de carro. Vai de moto ou transportes públicos para o trabalho. Utiliza um painel solar para aquecer a água, é microprodutor de energia eléctrica através de um sistema fotovoltaico ou eólico e, no limite, troca a casa por uma com certificação energética A+.
O fanático poupa até 6.072,22 euros por ano ou 506 euros por mês. De acordo com a «Visão», estes resultados são obtidos após a amortização do investimento inicial nos painéis solares e fotovoltaicos, de 23.094 euros.
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