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Manuel Pinho é o ministro que mais falta

A três meses da Presidência Portuguesa, as faltas dos ministros nas reuniões sectoriais passaram de 15 para 19. O ministro da Economia, Manuel Pinho, foi o mais ausente.

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Apesar de estar a aproximar-se a presidência portuguesa da União Europeia, os ministros portugueses registaram um maior número de faltas nos últimos 12 meses do que no primeiro ano de Governo, refere o «Diário Económico». Segundo as actas dos conselhos sectoriais, Portugal não se fez representar com um ministro por 15 vezes no primeiro ano de governação e 19 no segundo. Sem contar com reuniões extraordinárias ou informais, este Governo foi chamado a 115 reuniões de ministros no conselho europeu e deixou 34 destas reuniões entregues a secretários de estado ou diplomatas.

Tomando Espanha como termo de comparação, os ministros portugueses faltaram mais do dobro dos espanhóis nestes últimos dois anos. Nos conselhos que por vezes requerem mais do que um ministro na sala, Portugal esteve sub-representado oito vezes e também aqui o número de faltas tem vindo a crescer no último ano.

Olhando para a tabela de faltas, o ministro com a pior nota é Manuel Pinho. Deveria ter vindo a 17 reuniões de Conselho, e apenas veio a cinco. Vieira da Silva faltou duas vezes em sete reuniões, Mário Lino faltou três em sete e Correia de Campos não faltou a nenhuma das quatro reuniões. Em 12 reuniões do conselho de Justiça e Assuntos internos, António Costa faltou a três e Alberto Costa a duas.

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