Economia

Japão planeia dar ao FMI até 37 mil milhões

Contribuição servirá para ajudar a combater a crise da dívida europeia

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O Japão anunciou esta quinta-feira que está a estudar a possibilidade de atribuir uma verba de até 50 mil milhões de dólares (37,7 mil milhões de euros) ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar a combater a crise da dívida europeia.

«O Japão está a estudar o valor exato da contribuição para o FMI, mas não será possível para nós chegar a um acordo por altura da reunião de ministros das finanças do G20 este fim de semana», afirmou fonte do ministério das Finanças do Japão, citada pela agência noticiosa AP.

Em janeiro, o FMI indicou que pretende reunir até 500 mil milhões de dólares em fundos adicionais destinados a empréstimos para poder enfrentar os crescentes desafios globais e especialmente para aliviar a tensão devido à crise da dívida europeia.

O ministro das Finanças do Japão, Jun Azumi, afirmou esta semana que o G20 ainda não está preparado para acordar a concessão de mais fundos para o FMI, sendo que tanto o Japão como a China - dois dos maiores contribuintes - partilham a ideia de que «ainda há margem para a Europa fazer esforços» para lidar com a atual crise da dívida.

Segundo referiu Jun Azumi, o encontro deste fim de semana com os seus homólogos do G20, na Cidade do México, dar-lhes-á a oportunidade de «avaliar o progresso da situação europeia».

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