Carros desportivos da Mercedes fazem sucesso
Novas gerações do Classe C, novo Classe B e recém lançado Classe M lideram o top de vendas da fabricante alemã
- PorRedacção IS
- 2012-01-25 12:18
A renovação da gama dos coupés desportivos da Mercedes foi um dos factores que impulsionou as vendas da marca alemã no
ano passado, com destaque para o C Coupé, segundo dados da empresa.
O desportivo mais acessível, em termos de preço,
da Mercedes, o classe C Coupé, foi lançado em Junho de 2011 e, em apenas seis meses, vendeu 23.700 unidades no mundo inteiro,
das quais 267 unidades foram para Portugal.
Já o CLS vendeu, no ano passado, 444 unidades em Portugal. A segunda
geração deste modelo chega ao mercado português na próxima sexta-feira e, numa primeira fase, só vai estar disponível com
uma motorização a gasóleo de três litros e uma a gasolina de três litros e meio.
Lançado mundialmente no ano passado,
este é o primeiro veículo da Mercedes-Benz a ter portas de alumínio. Com um design desportivo, «mais eficiência, mais
agilidade e segurança», este automóvel promete, segundo a marca, menor consumo de combustível em 25 por cento relativamente
ao modelo anterior.
O novo coupé de quatro portas vai ter 204 cavalos e, o modelo mais acessível, vai custar cerca
de 70 mil euros. O novo Mercedes-Benz CLS será um rival para os Porsche Panamera, Aston Martin ou Maserati Quattroporte.
Vendas batem recordes em 2011... Mas Portugal é excepção
Recentemente, o presidente da Daimler, Dieter
Zetsche, disse que o grupo «nunca vendeu tantos carros como em 2011», sendo que a razão para isso foram as novas gerações
do Classe C, C Coupe, SLK e CLS, além do novo Classe B e o recém lançado Classe M».
A Daimler viu a procura na Europa
cair 1%, compensada por um aumento de 30,6% na China e 13,3% nos Estados Unidos
Já em Portugal, segundo dados da
Associação Automóvel de Portugal (ACAP), as vendas da Mercedes em 2011 caíram 21,5%.
O porta-voz da Mercedes-Benz
Portugal refere, citado pela Lusa, que «a conjuntura económica negativa que se tem vivido no país, e que se tem vindo progressivamente
a agravar, teve um impacto directo no volume de vendas de 2011, que se torna particularmente relevante quando comparado com
o ano de 2010, que foi um ano recorde com volumes excepcionalmente elevados».
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