Finanças

Excepção: Governo mantém 25 dias de férias aos bancários

Funcionários da banca sempre tiveram mais dias que os restantes trabalhadores

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O acordo assinado entre o Governo, patrões e UGT em concertação Social corta os dias de férias dos portugueses, de um máximo de 25 para 22 dias, mas há uma excepção: os bancários mantêm a regalia.

Segundo escreve esta terça-feira o «Diário de Notícias», cerca de 54 mil trabalhadores e 27 mil reformados do sector bancário serão menos sacrificados que os restantes empregados e pensionistas portugueses.

O compromisso obtido na semana passada na Concertação Social não toca no direito a 25 dias de férias de todos os trabalhadores da banca. O acordo fez cair o acréscimo de até três dias de férias por assiduidade, conferido pelo Código do Trabalho de 2003, da autoria de Bagão Félix, mas isso não se aplicará aos bancários.

Estes nunca tiveram a majoração (tiveram sempre 25 dias de descanso), dizem os acordos do sector. Em 2011, a convenção sectorial abrangia 54.360 trabalhadores em 28 empresas. Os 27 mil reformados que passaram para a Segurança Social mantêm os subsídios.

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