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BPN desapareceu com quadros no valor de 2,5 mil milhões

CGD, que gere o banco, não sabe onde estão quadros valiosos

  • 2009-06-01 19:32
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Desapareceram do Banco Português de Negócios (BPN) peças de arte num valor de 2,5 mil milhões de euros, revela a instituição no relatório e contas de 2008, apresentado esta segunda-feira, numa conferência de imprensa.

«Em 2008, efectuou-se um levantamento da localização de obras de arte registadas pelo banco, não tendo sido possível localizar quadros cujo valor ascende a 2.503 milhares de euros», refere o documento.

O conjunto de quadros em causa estaria incluído nos activos que Miguel Cadilhe classificou de «extravagantes» depois de ter assumido a liderança da Sociedade Lusa de Negócios, na altura ainda dona do BPN.

Em causa estavam 80 obras de Juan Miró, uma colecção de moedas comemorativas do Euro 2004 e ainda uma colecção de arte egípcia, que deveriam ter sido vendidos pela SLN para encaixar 110 milhões de euros.

A colecção de arte egípcia, que o BPN tinha comprado por 5 milhões de euros, revelou-se, afinal, falsa. Esta colecção era composta por várias dezenas de peças trabalhadas em ouro que alegadamente remontam à Idade do Cobre (calcolítico) e por estatuetas em pedra que representam a deusa da fertilidade.

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