Ter um namorado no trabalho é bom ou mau?
Conheça os prós e contras das relações amorosas em contexto laboral
- PorRedacção
- 2012-02-10 10:02
Grande parte do dia-a-dia dos adultos é passado no trabalho, pelo que é lá que poderão encontrar um potencial companheiro
ou companheira. A vida stressante e precipitada que muitas vezes levamos, aliada aos horários alargados que fazemos aumenta
a probabilidade de surgirem casos «laborais». Mas isso é bom ou mau?
A verdade é que a vida amorosa entre os desempregados
é mais difícil, é mais difícil encontrar a outra cara metade. 80% das mulheres não sairia com um homem desempregado.
33%
encontram cara-metade no trabalho
Mesmo para quem trabalha, pode não ser mais fácil, sobretudo quando o trabalho
é tanto que só há tempo para dedicar ao companheiro(a) em dias de folga. Mas a verdade é que 33% dos trabalhadores, segundo
um inquérito realizado pelo Randstad, encontra o amor em contexto laboral.
Só que se aqui poderemos falar em sorte
no amor, há o risco de azar no trabalho. No país vizinho, as relações sentimentais no trabalho não estão reguladas na lei;
a mesma coisa por cá. Mas a verdade é que muitas empresas deixam claro logo na altura de assinar o contrato quais os limites
e as consequências que uma ruptura entre colegas de trabalho pode provocar. Entre elas estão a desmotivação, a perda de produtividade
e o assédio laboral.
Excepções à regra de ouro
Certo, certo é que empresa alguma pode evitar que
dois colegas de trabalho se enamorem. Mas quando os chefes se apercebem é natural que deixem alguns avisos.
Mais
vale tirar partido de ter a sua cara metade por perto e sentir-se motivado(a) no trabalho. Segundo o mesmo inquérito, apesar
de a regra de ouro ser separar a vida pessoal da profissional, não raras vezes as relações pessoais em contexto laboral
estão associadas a um aumento de produtividade. Há mais energia e confiança quando o coração está de boa saúde.
Mas
quando a coisa dá para o torto, surge o perigo de perder emprego se não mantiver a compostura. Por isso, todo o cuidado é
pouco.
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